sexta-feira, 30 de janeiro de 2004

Fui almoçar com o meu pai hoje.
É sempre tão bom, tão divertido. Nós conversamos sobre tudo, tudo mesmo. Ele é um amigão e sei que posso contar com ele pro que eu quiser e posso contar tudo pra ele também porque posso confiar.
Deu vontade de ficar a tarde toda batendo papo com ele lá no Fogão à Lenha, mas infelizmente tínhamos que trabalhar.
Amo de mais meu paisinho!

Vocês viram que dia LINDO tá fazendo hoje?

Aiii... Calma calma, eu não sumí. Estou sem internet em casa... (essa chuva caótica! unf...) e blogar do INPI às vezes não rola.

*Luija*
É... tem gente que gosta de sofrer mesmo. Mas eu não. Sorte que não deu tempo de sofrer de verdade. Só estresses mesmo. Tô numa fase zen, boa, e me estressar por atos de terceiros não está nos meus planos. E também tô muito seletiva. me aborreceu, tchau tchau... quero pessoas que me façam bem perto de mim, quero me sentir bem.
Você lembra como eu tava me sentindo antes disso tudo, né? Pois é, voltei a me sentir daquele jeito.
;)

Tô cheia de fotinhas novas, mas nem posso fotologar pois elas estão todas no meu computador.

I'll be back soon!

terça-feira, 27 de janeiro de 2004

Ouvindo: Emotion - Dj Ross - DeeJay Parade 2003 (4:26)

foda...
ainda me sinto vigiada, privacidade totalmente invadida por pessoas não desejáveis.
isso é foda...
meu blog nunca mais será o mesmo.

sorry guys!

O Rapha tem razão! :D

segunda-feira, 26 de janeiro de 2004

Não serei boba nem ingênua como certas pessoas foram/são durante tanto tempo.
Eu sou mais eu.
;)

domingo, 25 de janeiro de 2004

C O M P R E I



Esse CD é perfeito! Lindo... as músicas são lentinhas e lindas!
Vale a pena de mais!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2004

r e p l a y

Não existe felicidade e sim momentos felizes.
E são esses momentos que me fazem esquecer todos os problemas e dores de cabeça.
Momentos que viví hoje, agora, ainda agora...
Ele sabe me fazer feliz, nem que seja por alguns momentos.
E que venham os aborrecimentos.
Depois de hoje estou imune!

sweet talker



Your Seduction Stye: "Sweet Talker"


Your seduction technique can be summed up with "charm"


You know that if you have the chance to talk to someone...


Well, you won't be talking for long! ;-)




You're great at telling potential lovers what they want to hear


Partially, because you're a great reflective listener and good at complementing


The other part of your formula? Focusing your conversation completely on the other person.




Your "sweet talking" ways have taken you far in romance - and in life


You can finess your way through any difficult situation, with a smile on your face.


Speeding tickets, job interviews... bring it on! You truly live a *charmed life*



What Kind of Seducer Are You?

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Deu certinho, brother! :D

quarta-feira, 21 de janeiro de 2004

Aqui vai um texto que recebí por e-mail e que, por coincidência, tem tudo a ver com o que escreví aqui.
Aí vai...
Leiam com atenção e aprendam.

Viver não dói
(Autor desconhecido)


Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

i l u d i d a,
e u ?


Já sofrí por amor não correspondido.
Já chorei por amar muito uma pessoa.
Mas hoje se for pra chorar é pela segunda opção: de amor, correspondido. (Sabe quando você tá com alguém e te amo ñ é suficiente? E você chora ao estar abraçada com a pessoa, de tanto que a ama?)
Acho que hoje em dia aprendí a não me iludir mais por ninguém. Aprendí a distinguir quando alguém tá sendo verdadeiro ou não. Aprendí também a não me envolver tanto como a maioria das mulheres estão acostumadas: se encantar com 1 rostinho bonito e palavras doces. Se eu já era pé atrás com isso, hoje posso dizer que não me pega mais.
Pode até dizer que sou fria. Sou quando desconfio do território. Mas quando tenho certeza que alí posso pisar sem me ferir, eu me entrego, e aí, neguinho, me segure porque eu fico uma apaixonada boboca.
Se iludir é ruim, faz mal, dói. Porque quando caímos na real já estamos lascados, abandonados e sofrendo.
Tem aqueles carinhas que são mestre em iludir menininhas (a maioria).
Ah, como eu daria tudo pra voltar aos meus 14, 15 anos com a mentalidade que eu tô agora. Choraria bem menos.
Mas as lágrimas são importantes, são é desabafo do nosso coração ou razão.
Não vou ser hipócrita em dizer aqui pra vocês que nunca mais chorarei por homem nenhum mas chorarei consciente, sabendo o motivo e se for por sofrimento, sabendo que sofrimento é esse e que eu entrei naquilo porque quis.
Aí eu e vocês me perguntam: Não será burrice, querer sofrer?
Aí eu respondo: Burrice não, é ilusão.

É, eu não aprendo.

Ontem, finalmente, assistí "Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei". Confesso que chorei (o filme é emocionante), confesso que me arrepiei (americano é fo-da!), confesso que cochilei (calma, foram só uns 3 minutinhos) e confesso que me levantei algumas vezes pra esticar as pernas e desamassar minhas nádegas.
Agora só falta eu alugar o 2 que eu ainda não assistí (não, não me apedregem!).

terça-feira, 20 de janeiro de 2004

r o m â n t i c a ?

Sim, sim, eu sou romântica. Adoro receber flores, adoro dar presentinhos, adoro ligar pra dizer que adoro/amo e adoro fazer surpresinhas.
Mas também escolho as pessoas certas pra fazer isso. Não é todo mundo que é agraciado com isso.
Faço pra quem merece, pra quem se deixa levar pelo sentimento.
Só aconteceu isso comigo 2 vezes: o grande amor da minha vida (o Zé) e um amigo (é, amigo. Colorido mas é amigo! :D).
Infelizmente com o Zé eu nem podia fazer tudo o que ele merecia e o que eu queria, porque eu ainda era uma mera estudante desempregada e ganhava mesada. Já com o meu querido amigo já pude fazer muitas coisinhas legais e ele também fez.
Antigamente eu dizia que era careta receber flores, ouvir palavrinhas amorosas, mas acho que eu nunca tinha entendido o verdadeiro valor disso tudo.
Quando a gente tem um sentimento e este é transmitido através de presentinhos, carinhos, palavras bonitinhas, a gente entende o recado, entende o valor.
E isso não é ser materialista, isso é ser romântico.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2004

A L A D I M

A estréia foi uma loucura.
Eu troco muito de figurino (cobra - dançarina - comitiva do príncipe e dançarina do "mundo ideal").
A roupa de cobra é uma malha pregada ao corpo e está cheia de buraquinhos em locais bem estratégicos e cada vez que puxo a roupa, ouço mais um trec. O top que uso na 2ª dança (dançarina) estava muito, extremamente apertado e a saia com o feche ecler quebrado. O top da "mundo ideal" tava sem alça, eu usava com meu sutiã de alça de silicone por baixo, pregadinho com um broche no top.
Outro detalhe é que "Aladim" tem muita troca de cenário e estes são grandes e precisam de mais de 5 pessoas para trocá-los. E nós optamos em trocá-los sem fechar a cortina, o público vendo.
Eu fui uma das que foi escalada para trocar.
Danço a 1ª dança, troco de roupa, corro pra trocar o cenário e espero pra entrar na outra dança.
Nessa correria quase ñ deu tempo deu trocar de cobra pra dançarina, mas conseguí. Ok. Entrei pra trocar o cenário, na hora que levanto o braço pra tirar o ganchinho que prendia o painel: TRRRRREEEC, meu bustiê se partiu. Saí correndo pra cochia pra tentar arranjar um jeito de prendê-lo, voltar a trocar o cenário e de quebra entrar pra outra dança. Pensa que deu tempo? Nãããão!!! Não fiz nada! E quase todo mundo via meus peito!

As trocas de cenários foram muito lentas e por isso a peça deu duas hora! Tem noção????

Mas no domingo foi mais tranquilo, apesar das trocas de cenários ainda estarem lentas. Mas a gente aprende!

A peça em sí foi muito divertida e as crianças adoraram!

Shit heapens e a gente só faz gargalhar depois!

domingo, 18 de janeiro de 2004

"E porque quando você me abraça o mundo gira devagar
E o tempo é só meu e ninguém registra a cena
De repente vira um filme todo em camêra lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é"

sábado, 17 de janeiro de 2004

furry handcuffs



You are Furry Cuffs!


If there were an "extra vanilla flavor", that would be you.

So you're a bit on the conservative side, sexually.

Maybe you're a bit new to the game - or a bit shy.

Either way, furry cuffs are the perfect way to spice things up a little.



What Kind of Handcuffs Are You?

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olha aí que legal.
minha estampa preferida.

Acabei de assistir O CHAMADO, versão americana, ave Maria, que filme HORRÍVEL! Morrí de medo!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2004

s e u l u n g a
d e
s a i a


Quem me conhece sabe que sou tolerância 0, odeio adular os outros e odeio quem aponte coisas seja na minha personalidade, seja no meu físico:
"O que é isso na sua cara?"
Ah, como eu detesto!
Acho que por isso que gosto de homem meio grosso. E quando digo grosso não é daqueles que batem em mulher e xingam. São aqueles que são macho quando é pra ser e melosos mas não muito. Mulher não pode ser mimada.
Nunca me diga que não tem nada quando está com aquela cara de mosca morta. Dependendo da pessoa, me interesso de saber o que é, mas não tolero gente que faz isso só pra gente ficar pedindo pelo amor de Deus que diga o que tem, em poucas palavras: gente que goste de chamar atenção.
Sou muito grossa às vezes e chego a machucar sem querer. Ontem mesmo dei uma patada no Juninho que ele ficou de cara emburrada comigo. Mas quem me conhece, sabe que sou assim e ele é uma dessas pessoas e ñ adianta ficar de cara emburrada, eu não vou atrás.
Ah, outro defeito meu: sou orgulhosa.
Confesso que já me policiei nisso, já fui mais, hoje sou um pouquinho só. Acho que todo mundo tem que ter um pouco de orgulho né?

Tudo bem vai, tô escrevendo esse post super malcriado, mas tô aproveitando o embalo que tô na TPM.

Bom, perai, tenho que voltar ao trabalho agora. Fico por aqui mesmo! ;)

"O sofrimento pode ser construtivo, desde que tenhamos a humildade necessária para aprender com ele"

quarta-feira, 14 de janeiro de 2004

s u b m i s s ã o

Ser submisso é se humilhar ao ponto de fazer de tudo pra ficar com uma pessoa, mesmo a pessoa dizendo que não te quer mais, que não dá mais certo. E mesmo a pessoa saindo de vez da sua vida e você continuar "ai, como eu te quero!".
Eu confesso que já fui assim, a gente fica cega e só enxerga o que quer, o que o nosso coração iludido quer.
A gente não tem culpa, a esperança é sim sempre a última que morre e achamos que as pessoas podem mudar, podem voltar atrás. As pessoas não mudam, podem melhorar, mas mudar nunca! Isso eu digo porque o pouco que viví já deu pra perceber isso.
Remédio pra isso não existe, quer dizer, existe sim e é o tempo. Só o tempo nos diz como fomos trouxas, como fomos ingênuos em acreditar em algo que já tinha acabado. Isso não é ruim, não é feio, isso é saudável e amadurecemos com isso.
A paixão, o amor nos cega e somos capaz de muita coisa por esse sentimento.
É por isso que não quero amar tão cedo, me apaixonar sim, pois é gostoso. Mas pra amar de novo só se for recíproco, evidentemente recíproco. Sem dúvidas, sem pés atrás.
No momento e na idade que eu tô eu quero curtir, sozinha ou não, mas curtir e viver o momento sem pensar no futuro, sem pensar no amanhã. Pois, eu pensando, posso vir a me decepcionar.
Nada de espectativas. A vida com espectativas é meio que angustiante.

E que venha a vida (by Raissa)

E que venha a paixão
E que venha o amor
Estou de braços abertos para recebê-los
No seu tempo certo